Engraçado como o medo pode agir nas pessoas.
Alguns dizem serem um dos instintos mais primitivos do ser humano. Antigamente o Homem tinha medo de animais selvagens, medo da fome, medo das condições naturais incompreensiveis, medo de do próprio Homem.
Com o passar do tempo, foi dominando, domesticando ou enjaulando os animais mais selvagens, passou de culturas predatórias para culturas de subsistências até chegar na cultura do "excesso".
Além disso, criou abrigos, instumentos de medição climática, metodologias de prevenção de desastres naturais. Até chuva artificial foi criada.
Passou por boas épocas de guerras primitivas, medievais, mundias e atualmente se depara com alguns conflitos étnico-religosos ou territoriais (nada comparado com as guerras da antiguidade).
Agora...
Do que realmente temos medo hoje em dia?
Uma reportagem publicada na Galileu nos informa de diversos estudos sendo realizados para se determinar as área do cérebro que o medo atua, como atua e de futuros estudos para saber como funcionam as fobias... cientificamente...
"(...) Cérebro avalia perigo em várias áreas, diz estudo
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Com aranhas, pesquisadores de Cambridge, tentam entender mecanismos do medo
por Redação GalileuCientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, usaram tarântulas e uma aparelho de ressonância magnética para estudar como o medo age no cérebro humano. Eles descobriram que quando percebemos um perigo iminente, nosso cérebro trabalha em várias frentes para avaliar a melhor maneira de escapar.

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O medo é uma das emoções humanas mais primitivas, por isso os pesquisadores já imaginavam que ele era representado em várias áreas do cérebro interligadas. Para entender melhor o processo, os pesquisadores decidiram estudar o medo de aranhas.
Vinte voluntários passaram por uma ressonância magnética enquanto assistiam a um vídeo que mostrava aranhas aparentemente sendo colocadas próximas de seus pés no momento em que estavam dentro dos equipamentos médicos.
Quando a aranha era colocada muito perto dos pés, áreas do cérebro responsáveis pela defesa imediata e pelo pânico eram ativadas. Mas se os animais eram afastados, outras partes do cérebro entravam em ação: as de vigilância e monitoramento de ameaças.
Em conjunto com outros estudos, os resultados sugerem que, diante de um perigo imediato, várias áreas do cérebro trabalham juntas avaliando a ameaça por vários "pontos de vista". O próximo passo dos pesquisadores é estudar o funcionamento das fobias. (...) "
Mas... Quais os nossos reais medos... Deixando de lado aqueles de sobrevivência.... Medo de fracassar profissionalmente, medo de nos sentirmos solitários, medo de não atender expectativas... Que expectativas? De quem?
Todos estes medos são criações humanas... medos que nós mesmo acabamos adotando e cultivando...
Junto com esse medo criamos o stress, o sucesso e o fracasso dentre muitas outras coisas...
Medo... uma ferramente tão necessária que criamos condições para mantê-lo.
Porque será que todos nós quando nascemos não temos medo de nada?
Sds
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